A estratosfera é uma das camadas da atmosfera que concentra a maior quantidade de ozônio, substância constituída por oxigênio. Essa concentração do ozônio forma uma camada protetora contra os raios ultravioletas provenientes do Sol.

O ozônio retém os raios ultravioletas, que, podem trazer vários prejuízos à saúde, como, por exemplo, afetar a transmissão dos caracteres hereditários, isto é, alterar as características dos seres vivos, como o nascimento de crianças com deformações. Estas radiações também podem provocar câncer, principalmente de pele, por ser ela a parte do corpo que fica mais exposta ao Sol. Além disso, a produtividade das plantas fica afetada, enquanto os vegetais marinhos, que sustentam a vida nos oceanos, crescem lentamente.

A diminuição do ozônio, em algumas partes da atmosfera, é causada pela emissão de compostos químicos, criados artificialmente no século XX. É o caso do CFC, ou melhor, do clorofluorcarbono. Quando ele chega à estratosfera, reage como o ozônio, transformando-o em gás oxigênio. O clorofluorcarbono é uma substância utilizada em sprays, no sistema de refrigeração de geladeiras, nas tintas, no ar-condicionado, em produtos de limpeza, em caixas de isopor, etc.

O chamado buraco de Ozônio é uma área, na atmosfera, onde houve a diminuição deste gás. A parte mais afetada está sobre a Antártida, região localizada no Pólo Sul.

Além dos problemas já mencionados, a destruição da camada de ozônio pode provocar mudanças radicais no clima, bem como o aquecimento do planeta, que contribui para o degelo das regiões polares. A diminuição na camada de ozônio foi descoberta depois que o satélite Nimbus-7 enviou fotos para análise dos cientistas.

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