Os Incas ou os Filhos do Sol  afirmavam que o sol era o antepassado dos seus governantes. Eles conseguiram dominar um território que passava pela Bolívia, pelo Peru, parte do chile, norte da Argentina e Equador.

Os Incas fundaram a cidade que era chamada de Cuzco, viveram em certa região chamada de Cordilheira dos Andes que atualmente é a América do Sul. Em 1532 os espanhóis os dominaram. A população Ínca, tinha como integrantes, os nobres (chefes, militares, governantes, juízes e sacerdotes).

O imperador dos Incas era tido como um deus. Os impostos pagos ao rei, através de trabalhos em locais públicos, como a arquitetura. Sua principal fonte de economia e desenvolvimento era a agricultura, como o feijão, o milho e a batata. Seu deus era chamado de Sol, mas não somente cultuavam ao deus Sol, mas também aos animais em que alguns eram considerados sagrados como o Condor e o Jaguar.

Usavam um sistema de contagem que era chamado de quipo, que tinha as cordas coloridas e elas eram usadas para a conta, mesmo com a matemática, os Incas não desenvolveram a escrita.

A religião era dualista, constituída de forças do bem e do mal. O bem era representado por tudo aquilo que era importante para o homem como a chuva e a luz do Sol, e o mal, por forças negativas, como a seca e a guerra.

Os incas ofereciam sacrifícios tanto humanos como de animais nas ocasiões mais importantes, maioria das vezes em rituais ao nascer do sol. Grandes ocasiões, como nas sucessões imperiais, exigiam grandes sacrifícios que poderiam incluir até duzentas crianças. Não raro as mulheres a serviço dos templos eram sacrificadas, mas a maioria das vezes os sacrifícios humanos eram impostos a grupos recentemente conquistados ou derrotados em guerra, como tributo à dominação.

Os incas acreditavam na reencarnação. Aqueles que obedeciam à regra, ama sua, ama llulla, ama chella (não roube, não minta e não seja preguiçoso), quando morressem iriam viver ao calor do sol enquanto os desobedientes passariam os dias eternamente na terra fria.