Pode-se considerar que exista uma leucocitospermia significativa quando são contados mais de um milhão de leucócitos por mililitro de esperma. O significado da presença de neutrófilos, linfócitos ou macrófagos no esperma é muito duvidoso.

A hipótese de ser devida a um processo infeccioso embate frequentemente com a constatação da inexistência de qualquer sintoma genital ou de qualquer crescimento na espermocultura.

A melhora espontânea sem qualquer terapêutica acontece, mas é improvável. Os anti-inflamatórios não esteróides, como a indometacina ou o naproxeno, têm alguma taxa de sucesso. A melhor terapêutica é, sem dúvida, a antibioterapia, que deve ser administrada aos dois cônjuges. Significativas taxas de êxito têm sido dessa maneira constatadas, embora a razão pela qual se obtém seja bastante controversa.

Geralmente utiliza-se doxiciclina, na dose de 100 mg de 12-12 horas, durante 15-21 dias. As sulfamidas não devem ser usadas pelo seu possível efeito espermatotóxico. Durante o tratamento deve ejacular-se pelo menos 3 vezes por semana, usando-se preservativo ou praticando-se a masturbação.

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