Revolução Francesa: liberdade, igualdade e fraternidade

Você saberia dizer quais são os fatores que causam tantas infelicidades no mundo? Parece amplo para descrever em palavras, não é? Mas, para os franceses, a resposta era simples no século XVIII. As causas para todos esses problemas eram o esquecimento e o desprezo dos direitos naturais.

Além de estar convencido disso, o povo francês encontrou, durante esse período, outros rumos para o caminho da sociedade. A insatisfação era tão grande que gerou uma vontade quase unânime em prol da liberdade, igualdade e fraternidade para todos. Reconheceu o lema? Isso mesmo! Estamos falando da Revolução Francesa.

O Antigo Regime dominava a França, que era dividida em três grupos. Acima de todos, clero e nobreza. O restante, considerado como o terceiro estado, enfrentava as normas absolutistas, que garantiam ao rei controle sobre tudo. A situação de injustiça e o trabalho exaustivo, que nada mais gerava a não ser a miséria da maioria, culminaram na revolta que todos conhecemos.

O povo foi às ruas com o intuito de arrancar do poder o rei Luis XVI. A monarquia foi derrotada e os franceses tomaram a prisão que isolava e condenava à guilhotina quem se opusesse ao governo. A queda da Bastilha, em 14 de julho de 1789, era só o início de uma série de mudanças que estavam por vir.

O terceiro estado, ou melhor, o povo francês, se rebelou durante quatro anos. Grande parte da nobreza deixou o país; o rei, sua família e outros integrantes da monarquia foram capturados e guilhotinados. O clero teve os bens confiscados. Em agosto de 1789, uma assembléia constituinte cancelou todos os direitos feudais e promulgou a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão.

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