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	<title>Presente para Homem - dicas de presentes diferentes, musica e cultura, humor e diversao. &#187; banda</title>
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		<title>Danzig &#8211; biografia da banda (integrantes, histórias, músicas e álbuns)</title>
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		<pubDate>Sat, 01 Aug 2009 22:42:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Moderador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Formada em 1977, a banda Misfits fez muito sucesso tendo à sua frente Glenn Danzig nos vocais e piano elétrico, Jerry Caiafa no baixo e Manny na bateria. Apesar do sucesso, desentendimentos entre Glenn Danzig e Caiafa levaram a banda ao seu desfecho. O fim da formação original da banda nunca foi exclarecido. Quando questionado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1894" class="wp-caption alignleft" style="width: 298px"><img class="size-full wp-image-1894" title="danzig-musicas-fotos-albuns-hell" src="http://www.presenteparahomem.com.br/wp-content/uploads/2009/08/danzig-musicas-fotos-albuns-hell.jpg" alt="Danzig" width="288" height="479" /><p class="wp-caption-text">Danzig</p></div>
<p>Formada em 1977, a banda Misfits fez muito sucesso tendo à sua frente Glenn Danzig nos vocais e piano elétrico, Jerry Caiafa no baixo e Manny na bateria.</p>
<p>Apesar do sucesso, desentendimentos entre Glenn Danzig e Caiafa levaram a banda ao seu desfecho. O fim da formação original da banda nunca foi exclarecido. Quando questionado sobre o assunto Glenn fica nervoso e desconversa.</p>
<p>Glenn queria mudar o estilo de tocar e cantar e começou a escrever outras músicas, coisa que para ele não era problema, pois todas as músicas dos Misfits foram compostas por ele. Dali sairam os primeiros passos do que viria se tornar o Danzig.</p>
<p>Em 1988 Danzig lança seu primeiro disco auto-entitulado, com Glenn Danzig nos vocais, Eerie Von no baixo, John Christ na guitarra, e Chuck Biscuits na bateria. Contavam com o apoio do Metallica, que sempre tocou cover dos Misfits, e resolveu dar uma força para a nova banda de Glenn. Segundo boatos a faixa &#8220;Possession&#8221; do primeiro disco tem a participação de Hetfield, embora sem créditos.</p>
<p>De 88 a 89 a banda excursionou, e em 1990 lançou um vídeo com clips e declarações de seus integrantes.</p>
<p>Seu segundo álbum, &#8220;Lucifuge Lucifugeé&#8221;, sai em 1990, com músicas como &#8220;Long Way Back From Hell&#8221;, &#8220;Her Black Wings&#8221;. No ano seguite lançam um segundo vídeo, também chamado &#8220;Lucifuge&#8221;.</p>
<p>Em 1992 é a vez de &#8220;Danzig III &#8211; How The Gods Kill&#8221; considerado o melhor trabalho da banda. Além da faixa-título, destacam-se &#8220;Dirty Black Summer&#8221; e &#8220;Do You Wear the Mark&#8221;.</p>
<p>Em 1993, lançam o EP &#8220;Thrall&#8221;, com três músicas inéditas, juntamente com o EP &#8220;Demonsweatlive&#8221;, com quatro músicas ao vivo.</p>
<p>&#8220;Danzig IV&#8221; sai em 1994 com o hit &#8220;Cantspeak&#8221;. No ano seguinte, nos dias 20 e 21 de junho a banda se apresenta pela primeira vez no Brasil. O show foi no Olympia e marcou o lançamento do CD. No palco uma surpresa para os brasileiros era a saída de Chuck Biscuits da batera, dando lugar a Joey Castillo, que superou a expectativas.</p>
<p>Glenn se desentendeu com a banda, o que leva ao seu término, e abre uma editora e começa a fazer quadrinhos. Eerive Von foi para o ramo de trilhas sonoras de filmes e John Christ começa a trabalhar solo. Glenn resolve voltar com a banda, chama Joey Castillo de volta, convida Joseph Bishara para os teclados e Josh Lazie para o baixo, e fazem um som totalmente diferente do antigo Danzig, se voltando para o eletrônico.</p>
<p><a href="http://whiplash.net/" target="_blank">Fonte: www.wiplash.net</a></p>
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		<title>Creedence Clearwater Revival &#8211; biografia da banda (integrantes, histórias, músicas e álbuns)</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Jul 2009 00:51:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Moderador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O embrião da banda Creedence Clearwater Revival foi fundado em 1959, chamava-se Blue Velvets e era formada pelos irmãos John e Tom Fogerty, Stuart Cook e Douglas Clifford ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1879" class="wp-caption alignleft" style="width: 457px"><img class="size-full wp-image-1879" title="creedence-musicas-fotos-clearwater-revival" src="http://www.presenteparahomem.com.br/wp-content/uploads/2009/07/creedence-musicas-fotos-clearwater-revival.jpg" alt="Creedence Clearwater Revival" width="447" height="450" /><p class="wp-caption-text">Creedence Clearwater Revival</p></div>
<p>O embrião da banda Creedence Clearwater Revival foi fundado em 1959, chamava-se Blue Velvets e era formada pelos irmãos John Fogerty (vocalista e guitarrista), e Tom Fogerty (guitarrista), Stuart Cook (baixo) e Douglas Clifford (bateria).</p>
<p>Em 1966 conseguiram seu primeiro contrato com uma gravadora, a Fantasy, e com o nome de The Golliwogs gravaram dois singles. Embora não tivessem grandes pretensões o single foi bem aceito.</p>
<p>Em 1967 mudaram o nome da banda para Creedence Clearwater Revival e a boa aceitação dos primeiros singles levou-os a deixar de ser apenas uma banda de covers dos anos 50 para se arriscar em suas próprias composições.</p>
<p>Em 1968 lançaram o seu primeiro álbum, auto-intitulado. Em meio ainda ao fenômeno das bandas inglesas o Creedence foi uma das primeiras bandas americanas a se firmar no topo das paradas (entre outros com os singles &#8220;Susie Q&#8221; e &#8220;I Put a Spell on You&#8221;).</p>
<p>Em 1971, após mais três álbuns de sucesso, o Creedence Clearwater Revival se tornou a primeira banda a superar os Beatles como grupo de rock mais popular. Seu maior hit de todos os tempos, &#8220;Have You Ever Seen The Rain&#8221;, do álbum Pendulum, trata-se de uma das músicas mais coverizadas até hoje. Suas músicas de pouco mais de três minutos, com refrões fáceis e cativantes pavimentaram caminho para as bandas de Hard Rock que se seguiriam.</p>
<p>Contrastando com o sucesso crescente surgiu a notícia de que Tom Fogerty havia abandonado a banda para seguir carreira solo. O Creedence (como um trio) ainda lançou um álbum decepcionante, &#8220;Mardi Gras&#8221;, antes de ser declarada extinta em 1972. Desde então reuniram-se eventualmente para aparições em festivais diversos. Stu Cook e Doug Clifford chegaram a montar uma banda chamada Creedence Clearwater Revisited e se apresentaram tocando músicas de seu grupo antigo.</p>
<p>Todos os membros da banda participaram das gravações do álbum solo de Tom Fogerty lançado em 1974, &#8220;Zephyr National&#8221;. Tom Fogerty morreu em 1990 vítima de problemas respiratórios.</p>
<p><a href="http://whiplash.net/" target="_blank">Fonte: www.wiplash.net</a></p>
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		<title>Creed &#8211; biografia da banda (integrantes, histórias, músicas e álbuns)</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Jul 2009 00:46:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Moderador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Diferente de bandas que demoram anos para atingir o reconhecimento, o Creed, já em seu primeiro trabalho, intitulado “My Own Prison”, obteve um grande sucesso. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1876" class="wp-caption alignleft" style="width: 332px"><img class="size-full wp-image-1876" title="creed-musicas-fotos-albuns-banda" src="http://www.presenteparahomem.com.br/wp-content/uploads/2009/07/creed-musicas-fotos-albuns-banda.jpg" alt="Creed" width="322" height="400" /><p class="wp-caption-text">Creed</p></div>
<p>Diferente de bandas que demoram anos para atingir o reconhecimento, o Creed, já em seu primeiro trabalho, intitulado “My Own Prison”, obteve um grande sucesso. O álbum vendeu 30.000 cópias em apenas uma semana, surpreendendo crítica e público.</p>
<p>A formação da banda também foi inusitada. Tudo aconteceu porque Scott Stapp (vocal), após um problema em uma faculdade no Tennessee, decidiu se mudar para Talahassee, Flórida (1995), terra de Jim Morrison – um de seus maiores ídolos.</p>
<p>Uma semana depois de ter chegado, Stapp se encontrou com Mark Tremonti (guitarra), um amigo de longa data, e os dois começaram a tocar juntos. A primeira sugestão para o terceiro integrante da banda seria um amigo de Scott, que foi descartado rapidamente.</p>
<p>Porém, muito antes da falta de um baterista tornar-se um problema, Scott Phillips, que estava morando no lugar do ensaio, tocou com Tremonti uma música do Living Colour, e pronto… lá estava o terceiro integrante da banda. Brian Marshall (baixo) se uniu ao grupo um tempo depois, quando sua antiga banda acabou.</p>
<p>Após inúmeras apresentações pelos bares de Talahassee, tocando covers, os rapazes decidiram investir em suas próprias músicas, registrando-as. Pode-se dizer que esse foi o marco inicial da história da banda.</p>
<p>Com algumas músicas e um promoter local interessado em ajudá-los, “My Own Prison” (que se tornaria a faixa-título do primeiro cd) foi levada para uma estação de rádio; o diretor do programa a adorou e, na semana seguinte, a canção já era a mais pedida pelo telefone. Em dois meses, o Creed vendeu 5.000 cópias por Talahassee, Tampa e Orlando. Conclusão: as gravadoras começaram a aparecer, mas o grupo preferiu assinar contrato com o selo independente récem-lançado “Wind Up” (distribuído pela BMG). A primeira providência da gravadora foi remixar o álbum (o Creed foi o primeira contratação do selo).</p>
<p>Os comentários sobre o cd são praticamente os mesmos: o som é pesado se comparado às bandas da região, que tocavam um rock comercial com tendências pop. Nas letras, sempre há uma referência religiosa, espiritual ou um questionamento sobre convicções &#8211; o que não é de se estranhar, já que Stapp é filho de um pastor. E alavancando todo esse sucesso estão os hits “Torn”, “My Own Prison” e “What&#8217;s This Life For”, que chegaram ao topo da parada de rock da Billboard.</p>
<p>Alguns críticos mais afoitos encaram o Creed como “neo-grunge”, ou mesmo uma “imitação” de bandas de Seattle, como Pearl Jam e Nirvana, entre outras. Stapp se defende: &#8220;Se imitamos o Pearl Jam, por que nosso primeiro álbum vendeu três vezes mais que o mais recente disco deles?&#8221;. Comentários a parte, isso acaba fazendo parte do marketing da banda.</p>
<p>Sua primeira excursão pela Europa foi durante o verão de 1999. Sua apresentação com remanescentes do The Doors no revival do Woodstock foi arrasadora, levando ao delírio cerca de 200.000 mil pessoas.</p>
<p>Em 28 de setembro de 1999, apesar do álbum de estréia ainda estar bem nas paradas, o grupo lança “Human Clay” (o cd entrou direto na primeira posição do Top 200 e permaneceu durante duas semanas consecutivas na Billboard), produzido por John Kurzweg &#8211; o mesmo de “My Own Prison”.</p>
<p>O primeiro single, “Higher”, o qual a banda diz ser &#8220;uma utopia sobre sonhar com um mundo perfeito&#8221;, é a quarta música do grupo a chegar ao primeiro lugar da parada de rock. “With Arms Wide Open” está no mesmo caminho, com repetidas veiculações na MTV americana &#8211; o clip não sai do Top 10 e a música já desponta entre as primeiras na Billboard.</p>
<p>A banda ainda gravou “Bound &amp; Tied” para a trilha sonora do filme “Dead Man On Campus” &#8211; uma comédia de humor negro realizada pela MTV (Agosto, 1998) e um cover do Alice Cooper, “I’m Eighteen”, para a trilha sonora do filme “The Faculty” (A Prova Final).</p>
<p>Em novembro de 2001 foi lançado o Album &#8220;Weathered&#8221;. A expectativa pelo lançamento era tanta que o álbum bateu récordes por semanas consecutivas na 1ª posição da Billboard. Seu 1º single &#8220;My Sacrifice&#8221; foi parar na 1ª posição das rádios. O 2º single foi &#8220;One Last Breath&#8221;, que seguiu carreira semelhante.</p>
<p>Em 2004, com apenas três álbuns lançados e impressionantes mais de 25 milhões de cópias vendidas, a banda anuncia seu fim devido a falta de interesses em comum. Mark Tremonti, Myles Kennedy, Scot Phillips e Brian Marshall montam uma nova banda chamada Alter Bridge (praticamente uma formação do Creed sem o vocalista original) enquanto Scott Stapp segue em carreira solo.</p>
<p><a href="http://whiplash.net/" target="_blank">Fonte: www.wiplash.net</a></p>
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		<title>Cradle of Filth &#8211; biografia da banda (integrantes, histórias, músicas e álbuns)</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Jul 2009 00:42:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Moderador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Cradle of Filth pode ser considerado como uma das bandas responsáveis pela ressurreição do black/death metal ao redor do mundo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1873" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img class="size-full wp-image-1873" title="cradle-of-filth-musicas-fotos-albuns" src="http://www.presenteparahomem.com.br/wp-content/uploads/2009/07/cradle-of-filth-musicas-fotos-albuns.jpg" alt="Cradle of Filth" width="300" height="333" /><p class="wp-caption-text">Cradle of Filth</p></div>
<p>O Cradle of Filth pode ser considerado como uma das bandas responsáveis pela ressurreição do black/death metal ao redor do mundo.</p>
<p>Não que essas vertentes mais extremas do metal estivessem mortas, mas, no mínimo, podemos dizer que elas estavam restritas à um público bem pequeno.</p>
<p>Então, seria melhor dizer que o Cradle foi um dos responsáveis pela popularização que vem ocorrendo nos últimos tempos deste estilo, abrindo espaço para outras excelentes bandas. Não é a toa que Dimmu Borgir, At the Gates, e o pessoal mais veterano como Mayhem e Emperor, conquistaram muitos fãs recentemente.</p>
<p>A banda foi formada na Inglaterra, no verão de 1991, e tinha como membros iniciais o vocalista Dani, o guitarrista Paul Ryan, seu irmão tecladista Ben, o baixista John Richard e o baterista Darren. Com esse line-up, gravaram uma demo em 1992, chamado &#8220;Invoking the Unclean&#8221;.</p>
<p>Logo depois gravaram um segundo demo, chamado &#8220;Orgiastic Plesure&#8221;, já com o guitarrista Robin na banda. Este sai da banda pouco tempo depois, mas com a saída do baixista John Richard, ele volta para assumir o baixo, enquanto um novo guitarrista entra, chamado Paul Allender. Com todas essas mudanças, mais um novo demo é gravado, chamado &#8220;Total Fucking Darkness&#8221;. Logo depois, Darren sai da banda para a entrada do excepcional baterista Nickolas Baker.</p>
<p>A essa altura, o Cradle era um sexteto: Dani nos vocais, Robin no baixo, Paul Allender na guitarra, Paul Ryan na outra guitarra, Ben Ryan nos teclados e Nickolas na bateria. No final de 1993, devido a repercussão de &#8220;Total Fucking Darkness&#8221;, a Cacophonus Records contrata a banda, que já se destacava pelo conteúdo de suas letras e pela imagem da banda em si.</p>
<p>Assim como as bandas mais antigas do estilo, eles vestiam-se e pintavam-se de um jeito característico, com um apelo gótico muito forte. Mas as letras eram um pouco diferentes: em vez de explorar temas como vikings e ocultismo, os temas preferidos do letrista Dani são vampiros e a lenda de Elizabeth Bathory (que teria sido uma aristocrata européia do século 16 que torturava e matava seus criados, acreditando que ao beber o sangue destes, conservaria sua beleza ao longo da eternidade).</p>
<p>As letras de Dani também se destacam por serem muito bem escritas, com um certo apelo poético. E isso não é nada estranho ao sabermos que ele, em sua juventude, leu e estudou obras de escritores e filósofos como Nietzsche, Shelley, Baudelaire, De Sade e Byron.</p>
<p>O primeiro álbum da lançado pela banda saiu em abril de 1994, e se chama &#8220;The Principle of Evil Made Flesh&#8221;. Nesse disco, que vendeu aproximadamente 32.000 cópias, destacam-se músicas como &#8220;The Forest Whispers My Name&#8221; e &#8220;A Crescendo of Passion Bleeding&#8221;. No encarte do álbum, a banda usa &#8220;nomes artísticos&#8221;, como, por exemplo, &#8220;Nocturnal Pulse&#8221; para Robin e &#8220;Dark Immortall Scream&#8221; para Dani.</p>
<p>A sucessão de trocas entre os membros continuava e alguns problemas entre a banda e a Cacophonus começavam a evidenciar-se também. No segundo trabalho da banda, o mini-álbum &#8220;Vempire or Dark Faerytales in Phallustein&#8221;, lançado em 1996, três foram as mudanças no line-up: saíram os irmãos Ryan para darem lugar à Stuart Anstis (guitarrista) e Damien Gregori (tecladista), além da saída de Paul Allender para a entrada de Jared Demeter. Esse mini-álbum também faz relativo sucesso, aumentando a fama e a legião de fãs do grupo.</p>
<p>Enquanto escrevia material para um novo disco, a banda negocia sua saída da Cacophonus, e em novembro de 1996, conseguem trocar de selo. A nova casa agora é a Music For Nations. Ainda antes de um novo lançamento, mais uma mudança na formação: sai o recém chegado Jared para a entrada de Gyan Pyres.</p>
<p>Em 1996, a banda lança então um novo disco, chamado &#8220;Dusk &#8230; And Her Embrance&#8221; . Produzido por Kit Woolven (Cathedral, Thin Lizzy), é um excelente álbum que tem como principais destaques a belíssima faixa que dá nome ao trabalho e a épica &#8220;Malice Through The Looking Glass&#8221;. Foi produzido durante dois meses; na verdade, a banda ainda estava na Cacophonus quando começou a preparar esse disco, mas já haviam decidido lançá-lo por outro selo devido aos problemas com a antiga gravadora.</p>
<p>&#8220;We wanted this album to transcend the way a normal album would sound&#8221;, disse Dani em uma entrevista na época do lançamento. &#8220;We wanted it to sound almost inhuman&#8221;. No álbum, a banda aparece cada vez mais envolvida com vampirismo, além de misturar a isso uma certa temática erótica, realçada pelos belos vocais femininos que permeiam algumas das melhores faixas (vocais femininos já apareciam nos discos anteriores, mas em bem menor quantidade). Destacam-se ainda belas passagens orquestradas, que fazem desse disco um dos melhores do black metal dos últimos tempos. A partir dele, o prestígio da banda torna-se quase mundial, e o número de fãs agora é bem maior. Atualmente são encontradas edições especiais deste disco, como, por exemplo, uma edição digi-pack com algumas faixas bônus.</p>
<p>Depois de uma grande turnê de divulgação, a banda volta ao estúdio ao lado do produtor Jan Peter Genkel (Therion) para a gravação de um novo álbum, não sem antes ter mais uma mudança em sua formação : saiu o tecladista Damien para dar lugar à Lecter Smith. Assim, lançam em 1998 mais um incrível disco: &#8220;Cruelty And The Beast&#8221;. O título do disco é uma referência à uma frase do filósofo prussiano Friederich Nitzsche, que originalmente dizia: &#8220;There is no beast without cruelty&#8221; (&#8220;não existe besta sem crueldade&#8221;). Destacam-se nesse álbum algumas músicas arrebatadoras como &#8220;Beneath the Howling Stars&#8221; e &#8220;Desire in Violent Overture&#8221;, além da sinistra &#8220;Venus in Fears&#8221;. Nesse disco, temos ainda mais destacada a participação do vocal feminino da cantora Ingrid Pitt. E por fim, destaque especial para a belíssima arte final do disco, principalmente no encarte: a começar pela capa, que é uma das mais bonitas no metal nos últimos tempos (apesar de ultimamente as bandas estarem dando atenção especial a este detalhe), passando pelas páginas que possuem belas imagens da modelo Luiza Morando interpretando Elizabeth Bathory. Existe também uma edição especial desse álbum, que vem com um disco bônus contendo três músicas inéditas (uma delas em versão remix) e dois covers (&#8220;Hallowed Be Thy Name&#8221; do Iron Maiden e &#8220;Black Metal&#8221; do Venom).</p>
<p>Ainda em 1998, a banda participa de dois outros projetos: um tributo ao Slayer chamado &#8220;Slatanic Slaughter II&#8221;, no qual a banda toca a música &#8220;Hell Awaits&#8221; – participam ainda desse tributo bandas como Vader, Benediction e Anathema; e a coletânea &#8220;Gods of Darkness&#8221;, para o qual a banda contribui com &#8220;Malice Through The Looking Glass&#8221;, e figura ao lado de nomes como Dimmu Borgir, Emperor, Satyricon, Mayhem e Dissection.</p>
<p>Depois de mais uma longa e tumultuada turnê (devido à vários problemas com grupos religiosos que protestavam contra as apresentações da banda, principalmente nos EUA), a banda tem mais uma baixa: Nickolas Baker deixa o grupo para ir tocar com o Dimmu Borgir. Ele chega a participar das gravações do último single da banda, &#8220;From the Cradle to Slave&#8221;, lançado já em 1999, que tem ainda a participação de dois outros bateristas. Atualmente, quem ocupa este posto na banda é David Hirscheimer que, aparentemente, já se tornou membro efetivo. Logo depois do lançamento do single, mais mudanças: saíram Lecter Smith e Stuart Anstis (motivo: diferenças pessoais com Dani) para a volta dos guitarristas Paul Allender e Gyan Pyres. A banda continua procurando um tecladista.</p>
<p>Continuando em 1999, a banda participou de uma outra coletânea, chamada &#8220;Beauty in Darkness&#8221;. O Cradle toca a música &#8220;Cruelty Brought The Orchids&#8221;. Participam também deste projeto bandas como Crematory, My Dying Bride e Moonspell.</p>
<p>Em 2003 foi lançado o album &#8220;Damnation and Day&#8221;, trabalho conceitual que fala sobre a criação dos anjos até a ascenção do diabo frente a Deus. No novo trabalho a banda se mostrou mais madura, mostrando mais técnica e uso mais sábio das partes sinfônicas. No mesmo ano abriram alguns shows do Iron Maiden na Europa.</p>
<p>Em 2004 o Cradle of Filth lança mais um cd, chamado &#8220;Nymphetamine&#8221;, um nome que mistura sexo e drogas, uma mistura perfeita com um tempero especial de muito terror e um vocal devastador de Dani Filth.</p>
<p><a href="http://whiplash.net/" target="_blank">Fonte: www.wiplash.net</a></p>
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		<title>CPM 22 &#8211; biografia da banda (integrantes, histórias, músicas e álbuns)</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Jul 2009 00:37:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Moderador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Adicionando melodia e romantismo adolescentes à mistura, o CPM 22 (Caixa Postal Mil e Vinte e Dois) não se prende a estilos. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1870" class="wp-caption alignleft" style="width: 541px"><img class="size-full wp-image-1870" title="cpm22-musicas-albuns-fotos-banda" src="http://www.presenteparahomem.com.br/wp-content/uploads/2009/07/cpm22-musicas-albuns-fotos-banda.jpg" alt="CPM22" width="531" height="377" /><p class="wp-caption-text">CPM22</p></div>
<p>A banda surgiu em 1995, influenciada por punk rock e hardcore. Adicionando melodia e romantismo adolescentes à mistura, o CPM 22 (Caixa Postal Mil e Vinte e Dois) não se prende a estilos.</p>
<p>Além de nomes como Ramones, Screeching Weasel e Garage Fuzz servirem de influência, os rapazes bebem na fonte de Weezer, Smashing Pumpkins e até mesmo Kiss.</p>
<p>Em 1998 gravaram a demo-tape &#8220;CPM 22&#8243; e conseguiram destaque não só no cenário underground nacional, como na grande mídia. Em 2000 a banda foi indicada à categoria Melhor Democlipe no Video Music Brasil, com o clipe da música &#8220;Anteontem&#8221;.</p>
<p>A agenda de shows foi crescendo e, consequentemente, a cobrança por material novo. Surgiram novas composições, sempre com a marca da banda &#8211; hardcore com letras que expressam o cotidiano dos jovens &#8211; e o resultado foi o CD independente &#8220;A Alguns Quilômetros de Lugar Nenhum&#8221;. Em apenas um mês a banda vendeu 4 mil cópias (toda a prensagem inicial), chamando a atenção de produtores de shows e das gravadoras.</p>
<p>Essa sintonia fez com que o CPM 22 dividisse o palco com algumas bandas estrangeiras de hardcore que se apresentaram por aqui, como Lagwagon, No Fun At All, Down By Law, e com os veteranos do Buzzcocks no Olympia, em São Paulo. Quem assistiu ao show pôde constatar que o CPM 22 já tem um público fiel. Não é para menos: ao vivo a banda esbanja vigor, característica do hardcore, cadenciando e conduzindo o público, formando uma síntese perfeita, um mix de punch e adrenalina.</p>
<p>Em 2002 lançam pelo selo Arsenal Music, com distribuição da Abril Music, o álbum &#8220;CPM 22&#8243;. O CD abre com a faixa &#8220;Regina Let&#8217;s Go&#8221;, que logo estaria entre as mais pedidas nas rádios rock de todo o país, enquanto o clipe rolava na programação da MTV.</p>
<p>As experiências do cotidiano, as alegrias e frustrações estão presentes nas letras, como em &#8220;O Chão que Ela Pisa&#8221; e &#8220;&#8230;É Isso&#8221;. Recheadas de sinceridade, espontaneidade e até mesmo inocência, as letras em português refletem o desejo de serem compreendidos, tornando músicas como &#8220;Tarde de Outubro&#8221; e &#8220;A Velha História&#8221; mais próximas do público.</p>
<p>Se em &#8220;60 Segundos&#8221; o momento é de reflexão e vivacidade, em &#8220;Melancolia&#8221; é a vez de um inevitável desabafo em formato de uma bela balada hard-rock. O que mais impressiona na banda é a alternância e variação entre peso, melodia e velocidade. A agradável &#8220;Duas Semanas&#8221;, forte candidata a hit, encerra o CD mesclando suavidade e ardor.</p>
<p>Nas palavras de Badaui (voz), Portoga (baixo), Ricardo (bateria), Wally e Luscius (guitarra), &#8220;O Mundo dá Voltas&#8221;, e com o lançamento de &#8220;CPM 22&#8243; (o álbum) a banda marca sua estréia no cenário da música brasileira atual, trilhando seu caminho, conquistando seu espaço, e provando que é muito mais que uma sigla composta por letras e números. CPM 22 hoje é sinônimo da qualidade e sangue novo que o rock nacional precisa.</p>
<p>E é nisso que o CPM 22 difere das bandas dessa geração, em meio ao caos urbano, avanços tecnológicos, violência desenfreada, eles são somente o baixo, as guitarras, a bateria, as dificuldades, as alegrias, os romances, a simplicidade e principalmente a voz, de uma juventude que quer se divertir, brindar a vida e jamais se calar. O convite para um mundo cheio de sentimentos, riffs de guitarras e energia está feito!</p>
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		<title>Coldplay &#8211; biografia da banda (integrantes, histórias, músicas e álbuns)</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Jul 2009 00:34:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Moderador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Chris montou o Coldplay em 96, na Universidade de Londres, com os amigos Will Champion, Jon Buckland e Guy Berryman, ao descobrirem gostos parecidos]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1867" class="wp-caption alignleft" style="width: 462px"><img class="size-full wp-image-1867" title="coldplay-musicas-fotos-albuns" src="http://www.presenteparahomem.com.br/wp-content/uploads/2009/07/coldplay-musicas-fotos-albuns.jpg" alt="Coldplay" width="452" height="320" /><p class="wp-caption-text">Coldplay</p></div>
<p>Em tempos em que as paradas são dominadas só por gente &#8220;boa&#8221; (Britney, Eminem, Puff Daddy, etc), é sempre ótimo que surjam bandas como o Coldplay, que, apesar de não apresentar nada original ou ousado, faz música com sentimento.</p>
<p>O som lembra muito bandas inglesas como Travis e Radiohead, mas a voz do vocalista Chris Martin se parece com a do jazzista mala Dave Matthews.</p>
<p>Chris montou o Coldplay em 96, na Universidade de Londres, com os amigos Will Champion, Jon Buckland e Guy Berryman, ao descobrirem gostos parecidos (os folks Nick Drake, Simon &amp; Garfunkel e Jeff Buckley).</p>
<p>A banda poderia ficar no ostracismo total, como vários outras, mas conseguiu um lance de sorte: resolve lançar um single, Safety, apesar de só possuírem dinheiro para 500 cópias. Distribuíram o single entre familiares e amigos, e também para gravadoras como BMG e Parlophone (gravadora de Beatles e Radiohead), que depois veio a contratá-los.</p>
<p>Eles ainda lançam outro single, Brother &amp; Sisters, pelo pequeno selo Fierce Panda. Já pela Parlophone lançam o EP The Blue Room, com tiragem de 5000 cópias, e que hoje é disputado na mão entre os fanáticos e colecionadores. São ainda lançados (com muito sucesso), o single das belíssimas &#8220;Shiver&#8221; e &#8220;Yellow&#8221;. Não tinha mais como não acontecerem.</p>
<p>Pois é, eles conseguiram um estouro maior. Lançaram seu primeiro disco, o ótimo Parachutes, lançado a 10 de julho de 2000, chegando ao primeiro lugar das paradas no Reino Unido. O clipe de &#8220;Yellow&#8221; toca sem parar na MTV e a banda se consagra como o destaque maior no V-2000, festival de verão da Inglaterra. Parachutes vende mais de um milhão de cópias, trazendo às paradas outros sucessos, como &#8220;Trouble&#8221;, &#8220;Shiver&#8221; e &#8220;Don&#8217;t Panic&#8221;.</p>
<p>O público se apaixona pela bela voz de Chris e a guitarra quase oriental de Jon, com solos e riffs transcedentais. O vocalista chega a afirmar que o Colplay é uma das 10 melhores bandas do mundo. Eles ainda tiveram tempor pra se lançar numa bem sucedidad turnê americana e ganharam o Grammy em 2002, por melho álbum alternativo.</p>
<p>Em junho de 2002, a banda lança o seu aguardado segundo disco, &#8220;A Rush of Blood to the Head&#8221;. É um disco um pouco mais ousado e melhor produzido do que o debut do Coldplay. O álbum logo tem boa aceitação por parte de críticos e fãs.</p>
<p><a href="http://whiplash.net/" target="_blank">Fonte: www.wiplash.net</a></p>
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		<title>The Clash &#8211; banda, discografia, historias, musicas, albuns, integrantes, musicos</title>
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		<pubDate>Sun, 26 Jul 2009 14:34:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Moderador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Embora o punk rock britânico seja geralmente associado apenas ao Sex Pistols, tão importantes quanto estes na definição e difusão do estilo foi a banda The Clash]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1821" class="wp-caption alignleft" style="width: 470px"><img class="size-full wp-image-1821" title="clash-musicas-fotos-albuns-punk" src="http://www.presenteparahomem.com.br/wp-content/uploads/2009/07/clash-musicas-fotos-albuns-punk.jpg" alt="Clash" width="460" height="305" /><p class="wp-caption-text">Clash</p></div>
<p>Embora o punk rock britânico seja geralmente associado apenas ao Sex Pistols, tão importantes quanto estes na definição e difusão do estilo foi a banda The Clash, menos baseada em atitude e mais baseada em conteúdo que seus companheiros de alfinetes no nariz.</p>
<p>Enquanto os Sex Pistols pregavam anarquia pura e simples, o Clash mostrava em suas letras críticas sociais sutis e algum esquerdismo.</p>
<p>Enquanto os Sex Pistols era apenas uma banda de rebeldes, o Clash era uma banda de rebeldes com uma causa. Musicalmente falando, o Clash foi capaz de evoluir bastante no decorrer de sua carreira, inclusive se aventurando em sonoridades diferentes do punk rock, flertando com o pop, reggae, ska e blues, abrindo caminho para a new wave.</p>
<p>A banda que deu origem ao The Clash se chamava London SS, formada em 1975 pelos guitarristas Mick Jones e Keith Lavene (que mais tarde participaria do Public Image Limited de John Lyndow), o baixista Paul Simonon e o baterista Terry Chimes (Tory Crimes). Antes haviam passado pela banda o baterista Nicky Headon e o baixista Tony James (que mais tarde participaria das bandas Generation X e Sigue Sigue Sputnik). Chamaram para os vocais Joe Strummer (John Graham Mellor) que tocava com a banda 101&#8242;ers.</p>
<p>O sexto homem da banda era o empresário Bernie Rhodes que sugeriu que a banda se apresentasse como guerrilheiros para chamar a atenção. A banda foi rebatizada de The Clash e logo convidada para abrir alguns shows dos Sex Pistols.</p>
<p>Em 1977 foi gravado o primeiro disco pela CBS, pouco antes da saida do baterista Terry Chimes que foi substituído por Nick Headon. No auge do movimento punk o álbum auto-intitulado rapidamente chegou ao topo das paradas inglesas. Rebatiam as críticas de que haviam se vendido para uma major dizendo que iriam destruir a gravadora estando dentro dela e provavam não ser o dinheiro sua principal preocupação procurando fazer com que os discos fossem vendidos na medida do possível ao preço de custo.</p>
<p>O fato de Joe Strummer ser um filho da classe burguesa londrina não impedia que os componentes da banda fossem constantemente presos por furto ou vandalismo. Ao mesmo tempo participavam e organizavam shows de rock com propósitos políticos, anti-racismo e socialmente engajados.</p>
<p>Com o segundo LP, Give &#8216;Em Enough Rope de 1978, conseguiram finalmente alguma repercussão no mercado americano fazendo com que o primeiro LP fosse também lançado a nível mundial. Seguiram-se duas bem sucedidas turnês na América.</p>
<p>A influência de novas sonoridades, principalmente o reggae, ficaria clara no terceiro LP, London Calling (curiosamente um LP duplo que foi vendido ao preço de LP simples, fato inédito até então). London Calling (que também mostrou muitas influências de rock and roll e blues, o que o levou a ser muito aceito nos Estados Unidos) foi o maior sucesso comercial da banda.</p>
<p>Em meio a reclamações de que lançar um LP duplo não era atitude condizente com uma banda que se dizia punk, foi gravado Sandinista!, um LP triplo (vendido ao preço de um LP duplo). O experimentalismo foi ainda mais longe, incluindo instrumentos de sopro e eletrônicos. Enquanto a popularidade da banda crescia a nível mundial os fãs ingleses passavam a abandona-los e a banda consequentemente passava a se apresentar mais na América.</p>
<p>O baterista Nick Headon foi demitido da banda por apresentar problemas sérios com drogas (embora a razão oficial tenha sido diferenças políticas) e para seu lugar foi chamado o antigo componente Terry Chimes. Com esta formação lançaram Combat Rock e participaram de uma péssima turnê americana, abrindo para a banda The Who (o Clash era ininterruptamente vaiado pela platéia).</p>
<p>Logo após a turnê Terry Chimes e Mick Jones abandonaram a banda por não concordarem com os rumos que sua música estava tomando. Foram substituídos pelo baterista Pete Howard e pelos guitarristas Vince White e Nick Sheppard. Com esta formação, em 1983, lançaram Cut The Crap, seu pior disco, execrado pela crítica e pelo público.</p>
<p>Enquanto a popularidade do Clash declinava Mick Jones começava a despontar com sua nova banda, Big Audio Dinamite. Joe Strummer resolveu seguir o exemplo do ex-companheiro e acabar oficialmente com o The Clash, seguindo em carreira solo. Mais tarde viriam a trabalhar juntos novamente no Big Audio Dinamite.</p>
<p>Desde o início da década de 90 boatos fortes insistem em afirmar que o The Clash planeja uma reunião, o que nunca foi confirmado.</p>
<p><a href="http://whiplash.net/" target="_blank">Fonte: www.wiplash.net</a></p>
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		<title>Chuck Berry &#8211; biografia da lenda (integrantes, histórias, músicas e álbuns)</title>
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		<pubDate>Sun, 26 Jul 2009 14:30:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Moderador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Embora muitos artistas tenham gravado música entitulada de rock and roll antes dele, Chuck Berry é considerado o pai do mesmo por ter acrescentado à música a sua atitude]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1818" class="wp-caption alignleft" style="width: 321px"><img class="size-full wp-image-1818" title="chuck-berry-musicas-fotos-albuns" src="http://www.presenteparahomem.com.br/wp-content/uploads/2009/07/chuck-berry-musicas-fotos-albuns.jpg" alt="Chuck Berry" width="311" height="400" /><p class="wp-caption-text">Chuck Berry</p></div>
<p>Embora muitos artistas tenham gravado música entitulada de rock and roll antes dele, Chuck Berry é considerado o pai do mesmo por ter acrescentado à música a sua atitude.</p>
<p>Mais do que tocar rock Chuck Berry criou um estilo com suas letras e presença de palco que viriam a ser influência de todos dali para frente.</p>
<p>Sua letras eram simples e falavam do cotidiano de seus ouvintes, garotas, carros e conflitos de geração; foi o primeiro compositor de rock a pregar o amor como diversão e sem maiores compromissos.</p>
<p>Charles Edward Anderson Berry nasceu a 18 de outubro de 1926 em St. Louise, Missouri. Cedo se iniciou na música, participando de corais evangélicos, influenciado pelo pai pastor protestante.</p>
<p>Curiosamente apenas em 1940 Berry teve seu primeiro contato com uma guitarra, pouco antes de passar uma temporada em um reformatório juvenil por furto. Após sair do reformatório Berry havia se desinteressado da música, trabalhou alguns anos em uma fábrica de automóveis e por pouco não se tornou cabeleireiro profissional. Apenas em 1946 voltou a tocar.</p>
<p>Em 1952 tocava profissionalmente em uma banda de estilo blues-country. A medida que o guitarrista se destacava como atração principal dos palcos onde tocava o nome do grupo foi mudado para Chuck Berry Combo. Participavam da banda Johnnie Johnson (o homenageado oficial da música Johnny B. Goode) e Eddie Hardy (baterista).</p>
<p>O destino sorriu para Berry na figura de Muddy Waters, antigo ídolo e sua principal influência. Waters recomendou a Berry que procurasse a Chess Records para gravar um single. Com o apadrinhamento de Muddy Waters poucas semanas depois Chuck Berry Gravou (com Willie Dixon no piano) duas músicas. Ida May (pouco mais tarde regravada como Maybellene) e Wee Wee Hours.</p>
<p>O single chegou ao número 5 nos Estados Unidos. Era o começo do sucesso. Menos de um ano após isto Berry já vendia mais discos que todo o staff da gravadora Chess somado. Os maiores sucessos de Berry provém deste início de carreira, músicas como Johnny B. Goode (em homenagem a Johnnie Johnson conforme foi dito mas também auto-biográfica), School Day&#8217;s (fartamente coverizada até hoje), Roll Over Beethoven, entre outras. Berry era ainda um dos poucos astros do rock de então que podiam se vangloriar de tocar a maioria das músicas de sua própria autoria.</p>
<p>Boa parte do sucesso se deveu à incrível presença de palco. Mais do que cantar Berry tocava guitarra como um demônio, gesticulando, correndo e fazendo o seu clássico &#8220;duck-walk&#8221;. Era mais do que um cantor, músico ou poeta. Chuck Berry foi o primeiro artista de rock completo.</p>
<p>No início da década, com sua vendagem em declínio, embora mantendo a mesma energia e qualidade, Chuck Berry foi levado a juri, condenado e preso por sedução de menores, acusado de molestar uma garota de 14 anos. Condenado a 3 anos de cadeia, parecia ser um triste fim para sua carreira, o que não ocorreu. Bandas claramente inspiradas por Berry, como Beatles e Rolling Stones despontavam, gravando covers do ídolo e mantendo a chama acesa.</p>
<p>No início da década de 70, após um longo período longe dos palcos e imprensa Berry fez sua volta triunfal, com shows por toda a América e Europa, voltando às paradas com o single My Ding a&#8217;Ling, embora obviamente nunca tenha alcançado novamente o sucesso da década de 50.</p>
<p>Em 1990 Berry foi novamente preso sobre acusação de ter instalado uma micro-câmera no banheiro feminino de seu restaurante. Em uma batida realizada em sua casa foram achados, além dos vídeos, drogas e armas.</p>
<p><a href="http://whiplash.net/" target="_blank">Fonte: www.wiplash.net</a></p>
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		<title>Children of Bodom &#8211; biografia da banda (integrantes, histórias, músicas e álbuns)</title>
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		<pubDate>Sun, 26 Jul 2009 14:23:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Moderador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O álbum Something Wild foi planejado para ser publicado por uma pequena gravadora belga, mas Sami Tenetz (do Thy Serpent), deu a demo do Children Of Bodom para a a Spinefarm Records.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1815" class="wp-caption alignleft" style="width: 330px"><img class="size-full wp-image-1815" title="Children-Of-Bodom-musicas-fotos" src="http://www.presenteparahomem.com.br/wp-content/uploads/2009/07/Children-Of-Bodom-musicas-fotos.jpg" alt="Children of Bodom" width="320" height="320" /><p class="wp-caption-text">Children of Bodom</p></div>
<p>O nome da banda vem de um lago perto de Espoo, Finlândia, o lago Bodom. Nos anos 60, algumas crianças que queriam acampar no lago foram mortas com um machado, um dos assasinatos mais famosos da Finlândia, até hoje não resolvido.</p>
<p>Alex Laiho (vocalista e guitarrista) e Jaska Raatikainen (baterista) foram os criadores da banda. Se juntaram a eles Henkka Blacksmith (baixista) e Alexander Kuoppala (guitarrista).</p>
<p>O álbum Something Wild foi planejado para ser publicado por uma pequena gravadora belga, mas Sami Tenetz (do Thy Serpent), deu a demo do Children Of Bodom para a a Spinefarm Records. Gostaram muito da fita e ofereceram à banda um contrato.</p>
<p>Durante pouco mais de 6 meses a formação do CoB foi a mesma, até a entrada de Janne Wirman (tecladista), pianista por mais de 14 anos e estudante de um conservatório de pop-jazz por mais de 6 anos.</p>
<p>Alex, Jaska, Henkka, Blacksmith e Kuoppala são os membros oficiais da banda que gravaram Something Wild, um álbum de Death Metal com muitos toques de música clássica. A música mais antiga da banda presente neste álbum é &#8220;In The Shadows&#8221; a as mais novas &#8220;Deadnight Warrior&#8221; e &#8220;Touch Like Agel Of Death&#8221;. Janne, não tocou em boa parte da turnê de Something Wild, já que estava terminando seu exames escolares. Foi substituído por Erna, um amigo da banda.</p>
<p>Em 1998 lançam o primeiro single do segundo álbum, “Downfall”, mostrando um direcionamento mais técnico, sem deixar de lado a agressividade dos vocais de Laiho.</p>
<p>O segundo CD, “Hatebreeder”, é lançado oficialmente no começo de 1999. Considerado por alguns como o melhor trabalho da banda, ele definitivamente estabelece o estilo seguido em seus próximos trabalhos: As composições estão maiores, muito mais complexas e incrivelmente violentas. As músicas Warhearts e Hatebreeder se destacaram como clássicos absolutos do estilo (Death Metal Melódico? Black Power Metal?) criado pelos Finlandeses.</p>
<p>A excelente repercussão do lançamento abre as portas para a primeira turnê mundial do Children of Bodom. Em Junho de 1999 turnê chega ao Japão e nos dias 10 e 11 a banda toca em Tóquio; os shows tiveram os ingressos esgotados e foram gravados e lançados alguns meses depois em uma Cd Box, edição limitada, chamada “Tokyo Warhearts”. Além do cd, a caixa ainda vinha com dez fotos curiosas da banda em momentos diversos: Dando autógrafos para os fãns, durante o show e na piscina do hotel!</p>
<p>Em 2000 a banda começa a trabalhar em seu novo Cd e em maio deste ano soltam o novo single “Hate Me” que alcançou o primeiro lugar na Finlândia. O terceiro álbum de estúdio “Follow the reaper” foi lançado em outubro de 2000 e seguia a tendência da banda mostrada no Hatebreeder, embora as composições mostrassem uma maior evolução na utilização dos teclados mas a agressividade permanecia intacta (vide a porrada Everytime I die).</p>
<p>O trabalho alcança excelentes posições nas paradas européias e a banda novamente sai para uma turnê mundial. No final de 2001, eles passam pela primeira vez na América do Sul tocando no Brasil em dois shows: Curitiba e São Paulo.</p>
<p>Em 2002 a banda volta ao estúdio e se prepara para as gravações do quarto álbum. No segundo semestre é lançado o single “You´re better off dead” que vinha com um cover dos Ramones “Somebody put something in my drink” e, finalmente, em abril de 2003 o álbum “Hatecrew Deathroll” é lançado.</p>
<p>O novo trabalho foi considerado por algumas revistas especializadas como um dos melhores da banda competindo de igual para igual com o “Hatebreeder” e, novamente, comprova que o Children of Bodom não é uma banda estagnada já que a evolução apresentada no Hatecrew tanto no instrumental quanto nas letras das músicas é evidente. A banda começa a se apresentar em vários festivais na Europa, em alguns como Headliner, mas eis que em 16/07 um duro golpe sacudiu o Bodom: O simpático guitarrista Alexander Kuoppala decidiu sair da banda alegando cansaço físico devido às longas turnês que vinham fazendo. Para que não fossem cancelados os shows já agendados, os integrantes remanescentes imediatamente saíram a caça do substituto de Alexander, e, exatamente um mês depois, o encontraram no Sinergy, banda da qual Alexi Laiho também faz parte. O nome do novo guitarrista é Roope Latvala, e no dia seguinte ele fazia sua estréia com a banda no palco de um show em Moscou.</p>
<p><a href="http://whiplash.net/" target="_blank">Fonte: www.wiplash.net</a></p>
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		<title>Charlie Brown Jr &#8211; biografia da banda (integrantes, histórias, músicas e álbuns)</title>
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		<pubDate>Sun, 26 Jul 2009 13:40:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Moderador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música e Cultura]]></category>
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		<description><![CDATA[Foi aí que ele se juntou a Marcão e Champignon e formaram o Charlie Brown Jr. Não muito tempo depois, dois integrantes abandonam a banda e Thiago e Pelado tomam posse dos lugares.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1811" class="wp-caption alignleft" style="width: 290px"><img class="size-full wp-image-1811" title="charlie-brown-junior-musicas-fotos" src="http://www.presenteparahomem.com.br/wp-content/uploads/2009/07/charlie-brown-junior-musicas-fotos.jpg" alt="Charlie Brown Jr" width="280" height="280" /><p class="wp-caption-text">Charlie Brown Jr</p></div>
<p>A história desses &#8216;meninos do rock&#8217; começou quando Chorão, após vários copinhos de chopp, começa a cantar em uma mesa de bar, em Santos. Em uma grande coincidência, um cara que se encontrava no bar, estava à procura de alguém para ser vocalista da sua banda, &#8216;What´s Up&#8217;, e se encantou com a voz de Chorão, assim o convidou para fazer um teste no dia seguinte.</p>
<p>&#8216;Comecei a cantar, cantar, cantar e o cara me disse que tava bom porque melhor ele não ia encontrar&#8217; conta Chorão. Depois de gravar uma fita demo, em 1992, Chorão cansou de receber ordens e resolve montar a sua própria banda.</p>
<p>Foi aí que ele se juntou a Marcão (guitarra) e Champignon (baixo e beat-box) e formaram o Charlie Brown Jr. Não muito tempo depois, dois integrantes abandonam a banda e Thiago (guitarra) e Pelado (bateria) tomam posse dos lugares.</p>
<p>Resolveram dar o nome de &#8216;Charlie Brown Jr&#8217;, não em homenagem ao personagem pentelho de desenho animado, dono do Snoopy, como muitos pensam. &#8216;Charlie Brown&#8217; era o nome de um quiosque de praia, cujo dono Chorão atropelou com um carro. &#8216;Jr&#8217; é porque eles se consideram &#8216;frutos&#8217; de uma nova geração da música.</p>
<p>A banda ralou bastante até alcançar o sucesso. Gravaram duas fitas demo, mas somente a terceira chegou até o produtor musical Rick Bonadio (famoso por ter trabalhado com os Mamonas Assassinas), que gostou do trabalho do grupo e resolveu investir. A banda foi crescendo até ser contratada pela gravadora Virgin.</p>
<p>O primeiro álbum, &#8216;Transpiração Contínua e Prolongada&#8217;, foi lançado em Junho de 1997, e estorou nas rádios com a música &#8216;O Coro vai Comê!&#8217;. Com o sucesso cada vez mais numeroso, &#8216;Charlie Brown&#8217; recebeu o prêmio de &#8216;Banda Revelação&#8217; no VMB (Video Music Awards) dado pela MTV, em 1997.</p>
<p>A partir daí, eles não pararam mais. Lançaram o segundo CD &#8216;Preço Curto&#8230; Prazo Longo&#8217;, o que rendeu uma turnê para lugares jamais visitados. Nesta mesma época, Thiago abandona o grupo para casar, tornando os &#8216;Charlie Brown Jr&#8217; em um quarteto.</p>
<p>Em menos de um ano, lançaram o terceiro disco, &#8216;Nadando com os Tubarões&#8217; e já pensavam na criação e produção do próximo. Ganharam prêmios e prêmios, um atrás do outro, entre eles,&#8217;A Escolha da Audiência&#8217;, no VMB (Video Music Brasil), da MTV, em 1998.</p>
<p>Quando pensávamos que eles iam entrar de férias, eles já estavam dentro de estúdio gravando &#8217;100% Charlie Brown Junior &#8211; Abalando sua Fábrica&#8217; que chegou às rádios pouco tempo depois.</p>
<p>O quinto CD &#8216;Bocas Ordinárias&#8217; conta com onze faixas assinadas, como sempre, por Chorão, Marcão, Champignon e Pelado e tem uma homenagem à Legião Urbana, a cover de &#8216;Baader-Meinhof Blues&#8217;. A produção ficou por conta de Tadeu Patola, que participou dos três primeiros CDs do CBJR.</p>
<p>O ano de 2003 é especial para o Charlie Brown Jr, que ficou com o prêmio mais importante do Video Music Brasil, (agosto/03) a Escolha da Audiência, pelo vídeo de &#8216;Papo Reto (Prazer é Sexo, o Resto é Negócio)&#8217;.</p>
<p>Com o lançamento do sexto CD, o tão esperado &#8220;Acústico MTV&#8221; o CBJR consagra o Rock Brasileiro com momentos inesquecíveis. No repertório estão presentes &#8220;Samba Makossa&#8221; de Chico Science, com participação especial de Marcelo D2 e &#8220;Hoje&#8221; do Camisa de Vênus, com a participação do próprio Nova, e enfim &#8220;Oba Lá Vem Ela&#8221; de Jorge Benjor, além das inéditas &#8220;Vícios e Virtudes&#8221; e &#8220;Não Uso Sapato&#8221;.</p>
<p><a href="http://whiplash.net/" target="_blank">Fonte: www.wiplash.net</a></p>
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