Esportes aquáticos: a história do polo aquático
O pólo-aquático foi criado em 1869 na Inglaterra com o nome de “futebol aquático”, para alguns um esporte violento, para outros um esporte completo, o pólo-aquático, que é um esporte olímpico desde 1900, exige de seus participantes além de bom preparo físico e natação, habilidade e noção de conjunto, o que torna os jogos muitos disputados e vibrantes, proporcionando aos expectadores muita emoção.
O pólo-aquático era uma simples cópia do rugby, um esporte violente estava surgindo sem regras estabelecidas e com isso muitos jogos se tornaram sangrentos, com o passar do tempo as regras foram surgindo principalmente na Escócia. Em 1904 foi formado the Fédération Internationale de Natation Amateur (FINA) que adotou as regras da Escócia somente em 1911.
As regras foram modificadas com o passar do tempo, foi proibido afundar a bola e muitas regras foram inovadas, em 1956 o esporte realmente cresceu com o deselvolvimento do material das bolas hoje em dia, que proporcionou uma maior jogabilidade no esporte.
Os paises europeus são a elite do pólo-aquático mundial. A Hungria dominou as competições internacionais durante muito tempo, quase 50 anos, vencendo 5 vezes as olímpiadas de 1932 até 1976. Nos ultimos 20 anos outros paises dividiram as medalhas como a Iuguslavia, Itália, Espanha e Estados Unidos.
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Esportes aquáticos: a história dos estilos da natação
O primeiro estilo de natação empregado era uma braçada de peito executada de lado. Inicialmente os dois braços se movimentavam dentro da água, mas depois, para diminuir a resistência da água, passou-se a levar um dos braços à frente pela superfície, num estilo que recebeu o nome de single overarm stroke.
Nova modificação deu origem ao double overarm, em que os braços eram levados à frente pela superfície, alternadamente. As principais dificuldades do novo estilo estavam no movimento de pernas, semelhante ao de uma tesoura. Esse estilo foi aperfeiçoado em 1893 por J. Arthur Trudgeon, ao aplicar observações que fizera com os nativos da América do Sul. Nesse nado, que recebeu o nome de trudgeon, as pernas eram apenas estabilizadoras da posição horizontal e praticamente não se moviam.
A batida de pernas evoluiu, porém, quando outro inglês, Frederick Cavill, observou que os indígenas australianos nadavam agitando as pernas perpendicularmente à superfície da água. Seu filho Richard adotou o estilo (crawl australiano) e bateu o recorde mundial das cem jardas em 1900. Outro filho de Cavill, Sidney, levou o estilo para os Estados Unidos, onde se criou o crawl americano. Atualmente, a natação é praticada em quatro estilos: crawl (comumente chamado nado livre), costas, peito e golfinho.
O nado de crawl é o mais rápido. O nadador se movimenta com o abdome voltado para a água: a ação das pernas se faz em golpes curtos e alternados, no plano vertical à superfície. O movimento dos braços também é alternado, de tal forma que um comece a puxar a água imediatamente antes que o outro termine de fazê-lo. Quando um dos braços está fora da água, o nadador pode virar a cabeça para respirar desse lado. Quanto maior o número de braçadas antes de executar a respiração, maior o rendimento.
No nado de costas, o nadador permanece todo o percurso com o abdome voltado para fora da água. A batida de pernas é semelhante à do crawl. Os braços alongam-se por sobre a cabeça alternadamente e entram na água passando junto à orelha, com a palma da mão virada para fora, de tal forma que o dedo mínimo seja o primeiro a penetrar na água. Em seu movimento até o quadril, o braço empurra a água e impulsiona o corpo na direção contrária.
O mais lento dos estilos é o nado de peito. É executado com o corpo e os braços estendidos, as palmas das mãos viradas para fora e o rosto dentro da água. As pernas são trazidas para junto do corpo, com os joelhos dobrados e abertos, enquanto os braços se abrem e recolhem à altura do peito. Em seguida, as pernas são impelidas para trás, para impulsionarem o nadador, num movimento parecido com o da rã, ao mesmo tempo em que os braços são esticados para a frente. A inspiração de ar é feita no final da puxada do braço, quando o nadador ergue a cabeça para fora da água.
O nado borboleta surgiu como uma variação do nado de peito, em que os braços eram lançados à frente por cima da água. O estilo foi criado em 1935 pelo americano Henry Myers. A partir de 1952, por determinação da Federação Internacional de Natação Amadora (FINA), passou a ser prova específica, com a adoção de um movimento simultâneo e sincronizado dos pés, no plano vertical, o que aumentou a velocidade e deu origem ao estilo que atualmente é chamado de golfinho.
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